O câncer de cólon, também conhecido como câncer do intestino grosso ou colorretal, é o tumor do trato digestivo, localizado na sua extremidade inferior.
De acordo com estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA), devem ser diagnosticados 38.230 novos casos da doença em 2020.
Destes, 17.760 são homens e 20.470, mulheres.
Apesar de ser um dos poucos tipos de câncer que podem ser evitados e curados, ele ainda está entre os 5 tipos mais comuns e possui taxas de óbito elevadas.
Dentre os fatores que contribuem para isto, destaca-se o excesso de informações não-oficiais a respeito do câncer de cólon. Por serem muitas vezes discrepantes, impedem que as pessoas realizem exames preventivos e, assim, detectem a doença precocemente.
Para ampliar o conhecimento acerca do assunto, selecionamos 10 mitos e verdades sobre o câncer de cólon e esclarecemos para você. Confira!
Verdade. Ao mesmo tempo que o câncer colorretal pode levar a morte, ele também é curável, desde que descoberto precocemente. Segundo pesquisa realizada pela Sociedade Americana de Câncer, 90% dos pacientes com câncer de intestino localizado somente no cólon ou no reto, seguem vivos após cinco anos da detecção.
Esse número cai para 14% quando o tumor já se espalhou para outras regiões mais distantes do corpo, como fígado e pulmão. Estes casos normalmente têm em comum a demora no diagnóstico da doença e a consequente falta de controle do desenvolvimento do tumor.
Mito. É recomendado realizar colonoscopia mesmo quando não existem sintomas aparentes. Isto é ainda mais importante quando a pessoa se insere em um dos fatores de risco para câncer de cólon, como:
Inclusive, a Organização Mundial da Saúde orienta que, a partir dos 45 anos, todos realizem exames de colonoscopia, para rastrear o câncer de cólon, independente de outros fatores de risco. Esse tipo de orientação pode ser dada por um médico coloproctologista.
Mito. Embora mais de 90% dos casos ocorra em pessoas com mais de 50 anos, a doença pode afetar indivíduos de qualquer idade, especialmente quem possui um ou mais dos fatores de risco citados acima.
Verdade. Um dos sintomas mais característicos da doença é a presença de sangue nas fezes, porém, ele não é o único e não está presente em todos os casos. Eles podem variar conforme o tamanho e a localização do tumor, mas os mais comuns são:
Mito. Apesar do histórico familiar ser um fator de risco, somente 1 em cada 3 pessoas que desenvolvem o câncer colorretal possuem algum outro membro da família que igualmente tiveram o problema.
É preciso, portanto, ficar atento a outros fatores que podem influenciar no seu surgimento, como:
Estima-se que 75% dos casos de câncer de cólon podem ser evitados apenas adotando um estilo de vida mais saudável.
Mito. Existe sim tratamento para câncer de intestino e ele é realizado conforme a gravidade da doença e a localização do tumor. Quando ela se encontra em estágio inicial, a cirurgia de remoção da porção do intestino contendo o tumor junto com os linfonodos ao redor, chamada colectomia parcial com linfadenectomia, é suficiente para o tratamento da doença.
Nos casos mais avançados, pode ser necessária utilização de tratamentos complementares como a quimio e radioterapia. Sua função é destruir células tumorais que podem estar circulantes diminuindo assim as chances de recidiva.
Mito. A maioria das formas de câncer de cólon é de crescimento lento. Por este motivo, é mais fácil de realizar o seu diagnóstico precoce e, assim, promover sua cura.
Mito. Na verdade, os pólipos podem ser tanto benignos quanto pré-cancerígenos e, em alguns casos, se não forem retirados, vir a se tornar um câncer com o tempo.
Assim, se forem detectados e removidos antes dessa progressão, o câncer de cólon pode ser prevenido.
Mito. Com os avanços das técnicas cirúrgicas e as demais alternativas de terapia, as bolsas de colostomia deixaram de ser obrigatórias.
Além disso, quando elas são realmente necessárias, na maioria das vezes são utilizadas temporariamente, enquanto o paciente se recupera da cirurgia.
Verdade. Mesmo que a colectomia parcial tenha sido um sucesso, é essencial realizar exames de seguimento assim como em qualquer tipo de câncer.
Tomografias são realizadas com intervalos de 3 a 6 meses e uma colonoscopia passado um ano do procedimento.
Caso não haja novas lesões, sinais de recidiva ou novos pólipos, os exames vão sendo realizados com intervalos maiores.
Nesse meio tempo, o médico também pode realizar exames físicos e solicitar testes de sangue.
Todos eles são considerados essenciais para controlar o estado de saúde do paciente e, principalmente, realizar o diagnóstico precoce caso a doença retorne.
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