O câncer de cólon é uma doença relativamente comum e tratável que acomete principalmente homens e mulheres acima dos 50 anos de idade. Segundo dados de 2018 divulgados pelo Instituto do Câncer (INCA), foram 36.360 novos casos diagnosticados no ano passado, sendo 17.380 homens e 18.980 mulheres. Devido a grande quantidade de casos existentes, a cirurgia para câncer de cólon é muito procurada.
Quando diagnosticado precocemente, o câncer de cólon é altamente curável. Grande parte dos tumores se inicia a partir de pólipos, lesões benignas que crescem na parede interna do intestino. Por isso, ao serem identificados, os pólipos podem ser removidos antes de se transformarem em câncer.
A cirurgia é o tratamento inicial, onde se retira a parte do intestino afetada, bem como os tecidos adjacentes. Outras etapas do tratamento incluem a radioterapia, a quimioterapia e a imunoterapia, que reduzem as chances de recidiva, ou seja, do retorno dos tumores.
O tipo de cirurgia e os tratamentos complementares só podem ser determinados a partir da análise do tamanho, localização e extensão do tumor.
Muitas vezes o câncer de cólon sofre metástases que fazem com que a doença se espalhe para outros órgãos, como fígado e pulmão, o que reduz porém não elimina as possibilidades de cura. Por isso, é importante iniciar o tratamento com profissionais especialistas o quanto antes.
Neste artigo, traremos as principais informações sobre os tipos de cirurgia para câncer de cólon, quando cada uma é indicada e como funcionam os procedimentos médicos e tratamento. Boa leitura!
Se estiver em estágio inicial, é possível remover apenas um pequeno pedaço do revestimento da parede do cólon, por meio de uma excisão local.
Se o câncer já se aprofundou nas camadas do colon, geralmente é necessário remover uma parte inteira do intestino, por meio de um procedimento conhecido como colectomia. Existem 3 formas de se fazer uma colectomia:
Vale lembrar que nos três tipos de cirurgia, os linfonodos ao redor do tumor também são removidos. Pode ser possível juntar as extremidades do intestino ao final da cirurgia, mas pode ser que o paciente precise de uma colostomia, procedimento que exterioriza a saída de fezes através da pele.
A colectomia feita por cirurgia aberta ou laparoscópica é igualmente eficaz na remoção do câncer e apresenta riscos semelhantes de complicação. A principal vantagem da cirurgia laparoscópica/robótica consiste no menor tempo de recuperação e menos dor no pós-operatório.
A dica é discutir as opções com o médico responsável pelo tratamento, já que muitos não realizam laparoscopia, por exemplo.
Quando o câncer bloqueia o cólon, o paciente pode ter complicações graves. Em casos como este, um stent pode ser colocado antes mesmo da cirurgia ser feita. Um stent é um tubo oco de metal ou plástico inseridi dentro do cólon para mantê-lo aberto. Esse procedimento alivia o bloqueio intestinal e prepara o paciente para a cirurgia.
A cirurgia normalmente pressupõe a colostomia, que desvia a saída de fezes do ânus para um estoma - abertura no abdômen, ligada a uma bolsa coletora de fezes. Caso o stent não possa ser colocado por algum motivo, ou se o tumor tiver causado um buraco no intestino, a cirurgia pode ser necessária imediatamente.
Uma vez que o paciente esteja mais saudável, pode ser feita a reversão da colostomia, que serve para recolocar as extremidades do cólon ou fixar o íleo ao cólon. Raramente, se um tumor não puder ser removido ou um stent colocado, a colostomia podem ser permanente.
Caso a ligação entre o cólon e o reto for prejudicada, seja pelo tumor em si ou pela cirurgia de remoção, pode ser necessária a colocação da bolsa de colostomia, que coleta as fezes no exterior do corpo.
O paciente pode levar um tempo para se acostumar ao procedimento e algumas mudanças no estilo de vida se fazem necessárias.
Uma boa ideia pode ser frequentar grupos de apoio à pessoas que fizeram colostomia e contar com a ajuda de enfermeiros que orientem o paciente sobre como cuidar da saúde após a cirurgia.
De acordo com o tipo de cirurgia realizada, o pós-operatório varia. No caso da cirurgia aberta, é preciso permanecer em repouso por mais tempo. Nos casos da laparoscopia e cirurgia robótica, a recuperação é um pouco mais rápida.
Além da cirurgia, geralmente são necessários tratamentos complementares como a quimioterapia ou a radioterapia. Essa segunda etapa do tratamento é bastante desafiadora, porém essencial para a cura da doença.
Encontrar um bom médico que possa explicar o passo a passo do tratamento, da cirurgia até as terapias complementares é imprescindível para o sucesso e para a cura da doença!
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